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Publicado originalmente na NBS Plus
Co-Produzido por Augusto Conconi e Leonardo Tavares

Assistir o que quiser, a hora que quiser, com vasto catálogo e recomendações, preços acessíveis e instalação simplificada, títulos exclusivos e sem comerciais. Será o streaming o futuro da televisão e da internet?

Serviços como Netflix se tornar cada vez mais popular, inclusive em território nacional. A pobreza da programação na TV aberta e alto preço dos pacotes da TV paga ajudaram a impulsionar o streaming, assim como a falta de participação dos consumidores na programação – principalmente na aberta – aliado com as reprises ou os “horários alternativos” da TV por assinatura.

Um outro grande facilitador para o crescimento foram às TVs conectadas, que uniu o tradicional com novo. As famosas Smart TVs são os novos colírios dos executivos de mídia que veem esses aparelhos como uma tábua de salvação para a televisão.

Agora resta apenas duas escolhas as emissoras: se adaptam, ou perderão completamente os espectadores.

Emissoras de TV na era do streaming

Nos Estados Unidos o serviço se tornou popular em meados de 2004, com o drama Lost da ABC. Foi então a grande primeira investida em conteúdo multiplataforma. Desde então quase todos os canais abertos e por assinatura possuem serviços “Go” e “Play”.

O Brasil teve como seu primeiro grande investimento no segmento feito pela RedeTV! que em 2009 permitia assistir seus programas na íntegra e o canal ao vivo pela internet. Em 2012, a Rede Globo pelo seu portal oferecia o serviço on demand, mas ainda não recebia grandes investimentos, algo que mudou apenas em 2015 com o Globo Play.

Pouco depois da RedeTV!, a Band lançou pelo extinto E-Band que apresentava os programas e extras exclusivos para web, na época chamados de 2.0. O SBT entrou na corrida fazendo uma parceria bem sucedida com o YouTube que é o maior canal no YouTube dentro das grandes redes de TV do país.

O streaming agora

Agora em 2017, o que antes era apenas um canal de distribuição secundário, se tornou em alguns casos a primeira janela de exibição, como foi o caso da Globo que irá estrear diversas séries primeiro no Globo Play. O Netflix conseguiu levar para o streaming, filmes recém saídos do cinema antes mesmo da TV paga, mas por enquanto, apenas nos Estados Unidos.

Outro lado

O filme independente Man Down fracassou na terra da rainha. Segundo IGN/Hollywood Reporter o filme teve um único ingresso vendido em sua estreia, num cinema de Burnley, cidade no noroeste da Inglaterra, arrecadando £7 (R$ 27).

O principal vilão seria o streaming, já que o filme estreou simultaneamente em plataformas digitais.

O fim?

O mundo e a tecnologia são constantes cheias de variáveis e assim como o mundo, a TV não deve acabar, mas sim mudar. Ela precisa. Nos Estados Unidos quase toda a programação das emissoras são ao vivo, tendencia que a Globo já trouxe para sua grade matinal.

Esqueça os milhares de reais para criar uma emissora, com um celular que filme em Full HD é possível criar seu próprio canal/filme/documentário/série. Não há mais a necessidade de assinar um pacote com 300 canais para assistir 30. Em um futuro próximo não haverá diferença entre redes de TV, grandes ou pequenos produtores. O conteúdo será o rei.

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augusto

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